Hoje consegui um tempinho e aproveitei para ler alguns contos, bater uma e escrever mais um fato que aconteceu comigo, fato totalmente inesperado.

E por esse motivo, acobou se tornando muito gostoso e incrivel. Como alguns já devem saber, com outro conto que já postei (Professor Malvado) sou de Curitiba, tenho 21 anos, corpo de atleta, 1,70 +- e 69kg, bonito =).

Esse fato aconteceu no ano passado 2011, no feriado de 7 de setembro. Eu minha familia fomos a casa de uma tia para um almoçar e passar o dia lá, alem dos tios, também estavam meu primo e sua namorada. Meu primo é lindo, hoje com 24 anos, alto 1,85+-, sarado, faz a cademia e luta muay thai desde a adolescencia. E a namorada dele é uma horrorosa, mas é minha amiga HAHAHA.

Quando eramos crianças, eu e ele faziamos umas brincadeirinha, muitas, foi ele quem tirou minha virgindade, mas nunca comentavamos nada, convivemos muito juntos, pois ele é filho único, então eu meus irmãos eramos a companhia dele.

Neste dia, depois do almoço escuto ele combinando algo com um amigo pelo telefone, esse amigo também conheço a tempo, era amigo de escola do meu primo, mas nunca tive muito contato porque ele era mais velho e sempre me zuava. Alguns segundos depois, meu primo perguntou se eu queria ir no Tanguá, é um parque aqui de Curitiba, perto de nossas casas, topei.

Não tinha nada para fazer mesmo, então fomos, eu, meu primo e a namorada, percebi que ele não fez o caminho direto para o parque, e na hora me liguei que ele estava indo buscar esse amigo. O amigo, Robson, estava mais lindo do que nunca, mas fiquei na minha, apenas ninguém além de alguns amigos sabem que sou gay, e meu primo que deve imaginar pelas coisas que faziamos sempre que ficavamos sózinhos, mas a anos atras.

Acho que deixei transparecer a minha felicidade em vê-lo, ele estava vestindo um bermudão, desses de surfista e com um certo volume nela e uma regata da academia de luta.

Assim, como meu primo, o Robson também é alto, um pouco mais que 1,85, eu acho e musculoso, sarado, 24 anos, quando ele entrou no carro, sento ao meu lado, me comprimentou normalmente e conversamos, assuntos aleátorias, os 4. Mas o tempo todo eu dava uma olhada rápida nas pernas grossas e na mala que estava apertada e bem saliente na bermuda. Muito discreto.

Chegando ao nosso destino, saimos do carro eu ainda dava umas olhadas na bermuda dele, fomos logo comprar cerveja em um bar próximo, começamos a andar mas como todo e gostoso hetero, meu primo começou a tentar olhar desfarçadamente para as meninas que passavam, ai a namorada começou a dar piti, enciumada e eu e o Robson rindo da cena.

Pra quem não conhece, esse parque, esta num antigo conjunto de pedreiras desativadas em Curitiba, um lugar lindo, com muito verde, e no meio desse verde algumas contruções também desativadas de faacil acesso para curiosos, conheçam. Bem, enquanto andavamos, a briga entre os dois começou a ficar mais quente, começaram a descutir.

Ai, resolvemos, eu e o Robson a deixar os dois indo na frente, descutindo a relação e ficamos para traz. Falamos sobre as lutas dele, sobre os esportes que eu pratico, e até sobre a sua ex-namorada, também conhecida minha. Papo vai, papo vem, ele dise que estava com vontade de mijar, e na hora me deu vontade também, hehehe, sério, estavamos já na segunda latinha cada um.

Andamos mais um pouco, e chegamos perto de de uma dessas construção, como não moro longe do Tanguá, conheço bem o parque, sempre ia lá.

Então eu disse que iria mijar ali, já que não havia banheiro por perto. Subimos um morrinho, entramos no meio do mato e chagamos a essa construção, não me assustei quando vi no chão desse lugar varias embalagens de camisinhas abertas, mas ele sim, olhou espantado, mas dando risada. Me posicionei numa parede para mijar, e ele foi ate uma pedra grande que tinha lá, para mijar, estava a +- uns dois metros de mim.

Como comecei antes, achei normal eu ter terminado antes, mas ele demorou, aquele barulho de água caindo não parava e eu comecei a rir.

Olhando para as costas definida dele, com um braço segurava a latinha e ou outro seu pau.

Como eu continuava rindo, ele virou a cabeça para traz e disse:

- Que foi? To com o tanque cheio! - nesse momento o barulho de água caindo começou a parar.

- Não foi nada, mas é engraçado. - e nesse momento fiquei admirando ele sacudir o braço, sacudindo o saco, só imaginado.

Fiquei na minha, achando que já estava ok, ele falando alguma coisa qualquer, comecei a andar, para sair dali e voltar a ciclovia, mas não escutei ele andando atraz de mim, então olhei de volta e ele continuava parado lá na pedra, de costas, eu voltei um pouco e falei?

- Mas ué, não acabou ainda dái? Rápido que os dois já devem estar lá na frente.

- Espera, to com um problema aqui. - achei estranho e me aproximei mais um pouco.

- O que?

- Isso, não ta querendo entrar na bermuda! - Agora eu fiquei espantado, ao mesmo tempo que admirava aquele pau duro, eu pensava "meu deus! O que ele ta fazendo? Ta querendo alguma coisa, ou isso é nomal pra dele?", realmente fiquei chocado, jamais esperaria por aquilo. Ai eu entendi o porque, aquela mala dentro do carro estava muito bem desenhada na bermuda, ele estava sem cuéca. "O que eu faço?".

Fiquei sem falar nada, mudo, olhando a pica do cara. E ele também continuava me olhando, me analisando, sei lá. Ai ele perguntou ao mesmo tempo exclamando.

- Você ainda gosta?! Não sei o que você anda fazendo agora, mas eu sei das coisas que seu primo fazia com você, ele me contava. Eu eu também vi pra onde você olhava lá no carro. Quer pegar nele? - balançando o pau que fazia juz ao tamanho do homem.

Ele começou a andar um pouco, eu sem saber o que fazer tomei um gole de cerveja, na minha latinha e olhei para traz. Quando olhei pra frente ele estava se masturbando lentamente e me olhando no olho. E o meu pau começava a ficar duro também.

- Então?!

- Então o que?

- Faz pra mim, o que você fazia pro o seu primo? Me chupa, ele sempre falou da sua boca. - Se masturbando.

Ainda meio assustado mas com muito tesão e cheguei perto e peguei, minha mão fechou naquele ferr quentinho e comecei a masturbar lentamente, na mesma velocidade que ele fazia antes. Pouco tempo depois, ele colocou a mão enorme na minha cabeça e forço para que eu abaixasse, abaixei, fiquei de joelhos e senti o cheiro daquela pica branca, grande e cabeçuda, com pelos aparados, um segundo depois eu estava engolindo aquele pedaço de carne, daquele cara que eu desejava, musculoso, lindo e que jamais imaginei ter.

Equanto eu o chupava, ele falava que sempre quis uma boca de homem, as vezes se masturbava imaginando que estava me comendo, e que também não imaginava que aquilo aconteceria. Ele me levantou, se abaixou um pouco e começou a me beijar, caraca, que bruto. Eu estava explodindo de tesão, e gemi quando ele começou a apertar a minha bunda com força, e me abraçar inteiro com aqueles braços grandes.

Ele colocou a mão dentro da minha bermuda jeans e continuava a apertar minha bunda, colocou o dedo no meu cúzinho e disse que queria me foder. Na hora abaixou sua bermuda na altura das canelas e eu abria a minha, fiquei encostado na parede, com a bermuda no chão, ele abaixou e começou a me lamber, e pedia pra eu olhar no rosto dele. Ele sentou numa pedra, com as pernas estendidas eu pediu pra eu colocar nele a camisinha que tirou da carteira, subi no colo dele, comecei a sentar de vagar mas ele me forçava.

Enquanto o pau entrava, eu sentia a respiração acelerada dele (nervoso talvez) mas eu ja estava tranquilo, querendo sentir tudo.

Ele pedia pra eu rebolar e eu obedecia, derrepente ele pediu pra eu levantar, ele me pegou no colo e me encostou na parede, colocou os braços embaixo das minhas pernas, o pau eucostou no meu cuzinho, (como se fosse a posição de frango assado mas em pé), e começou e estocar aquela vara em mim em silencio, eu já havia transado em matos outras vezes, mas não ali, e isso me deixava mais excitado.

Ele me socava muito forte e muito rápido, me prendendo na parede, sempre em silencio me olhando no olho, com cara de safado, senti que o movimento foi ficando lento e mais três estocadas em mim, sabia que ele estava gozando, fechou os olhos e gemia baixinho, quando ele abriu o olho, ele estava com cara de assustado, quando tirou a pica de dentro de mim, senti escorrer porra quente na minha bunda, a camisinha tinha estourado.

Ele me pediu desculpa por ter gozado dentro de mim, não respondi nada, mas adorei o que aconteceu. Colocamos a bermuda, e quando estavamos saindo dali ele começou a dar tapinhas nas minha costas, minha camiseta amarela estava verde atras, por causa da parede humida. Dificil foi explicar pro meu primo e a namorado o porque fiquei com a camiseta assim, e porque sumimos. Meu primo deve ter desconfiado, ela perguntava e ele ficava quieto olhando pra nós dois.

Aff. Apesar deu não ter gozado, e ter me sentido um brinquedo pra ele eu amei tudo aquilo, muito espontanêo, e que aconteceu, acho que por acaso. Sempre bato uma lembrando disso, não foi a transa mais legal que tive mas foi muito prazerosa. Foi rapida, tudo desde a hora que terminei de mijar demorou no maximo uns 20 min.

As vezes, encontro com ele na casa do meu primo, mas não conversamos muito, Quase nada. Sempre o vejo em fotos de festas e baladas no facebook ao lado de varias meninas, e dou risado sozinho. Realmente foi muito bom.

Alias, gosto de ver os videos no youtube dele lutando, acho o maximo. hehe Se alguem de Curitiba, acima de 18 anos quiser me add fique a vontade.

Autor: Curitibano Camarada
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