Contando essa história que aconteceu comigo no começo de dezembro. Foi nesse dia que tive uma das melhores fodas da minha vida. Primeiro vou apresentar-me. Meu nome é Pedro, moro em Brasília. Para quem não vive aqui, estudar para concurso é comum entre os brasilienses. E uma escola tem certa tradição na cidade, por ministrar cursos preparatórios. E em uma unidade desta, estudo. Próximo, fica o Parque da Cidade, point de pegação nos seus estacionamentos. Sou moreno, tenho 1.87, corpo normal, uso o cabelo na máquina, bonito, o que não desperta muita suspeita sobre o que eu curto.

Um dia desses, em uma sexta-feira sai mais cedo da aula e resolvi passar no parque pra fumar um cigarrinho! Encontrei uma mesa embaixo das árvores, bem distante do estacionamento onde o movimento estava intenso. Sentei, acendi e comecei a fumar. Pouco tempo depois, passa um carinha, careca, branquinho, magro e alto. Fiquei grilado, pensei ser algum tipo de skinhead. Dei um tempo, e quando ele foi chegando próximo, percebi pelo cheiro que estávamos fumando o mesmo cigarro. Então desencanei, e continuei mandando pra mente.

Quando terminei os trabalhos, ainda curti um tempo, e resolvi ir pra casa. Quando passei, percebi que ele deu aquela velha apertada em um volume considerável, a ponto de perceber algo fora dos padrões, no escuro. Dai parei, virei e voltei, ele deu outra apalpada. Dessa vez vi que o menino não tava de brincadeira.

Cheguei perto, não houve muito contato. Confesso que fiquei meio grilado, do cara tá armando pra me bater, ou chamar uma gangue. Mesmo assim, cheguei perto, ele me abordou, descobri que ele era somente ativo, confirmando, dessa vez com minhas mãos, o tamanho do brinquedo do rapaz. Mas só tranquilizei quando ele me puxou e me deu um puta beijo na boca. Nunca tinha feito aquilo, de beijar alguém no parque. Mas confesso, que o tesão que o cara tava me dando foi maior que qualquer medo e/ou nojo.

Dai o cara tirou o pau pra fora. Que rola bacana velho. Branquinha, com a cabeçona rosa. Ainda brinquei: Porra velho, não aguento isso tudo. Ele disse pra eu relaxar que ia fazer com calma. E ficamos ali, naquele amassa, o cara ainda pegou na minha rola, me punhetou e começou a alisar minha bunda, por dentro da calça. Quando ele chegou lá no rego e sentiu que num tem pêlos, o cara pirou. Me virou de costas e me chupou. Foi foda, nunca tinha sentido tanto tesão. Nem com namorados que já conhecia há muito tempo e trepava de todas as formas.

Só sei que me deixei levar. O carinha sabia o caminho. Eu, como bom cara previnido, levei um Ky no bolso. Quando o cara pegou a camisinha, com sabor, e pediu pra eu colocar, ainda ganhei um belo beijo na boca, e uma massagem no reguinho com gel. Caralho, tava surtando naquela situação. Eis que o cara vem entrando com aquela cabeça gigante. Estava tudo tão tranquilo, que ele foi colocando e nem senti aquela tora de uns 20cm entrando.

Depois de um tempo pra entrar tudo, e eu acostumar, o cara começou: enfiava rapidão, a ponto de sentir seus pentelhos em minha bunda; bem devagar, me puxando e me beijando. Alguns caras ainda passaram perto, mas a cara dele não é das mais amigáveis, e a minha idem, o povo nem parava. E ele só bombando. Nem nos preocupávamos com barulho, com gemidos, tudo tava tão intenso que não tinha como controlar.

Então, eu avisei que ia gozar, ele pediu pra eu gozar com a rola dele, dentro, então fiquei rebolando e batendo uma, gozei fudidamente. Dai ele falou: É minha vez. O bicho começou a bombar massa, e anunciou o gozo. E cara, que gozada. Quando ele terminou, ainda nos beijamos, com aquela pica enfiada em mim. Cacete, a camisinha tava com porra pra caralho!

Final da história, vesti minha camisa, ele a dele. Fechamos nossas calças. Nos cumprimentamos com um aperto de mão, um beijo forte de quase arrancar a língua, e um valeu! Até a próxima. E de verdade, até já tentei ir lá pra ver se realmente rolaria uma próxima tão boa quanto.

Autor: Pedro
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