Desde criança eu sempre senti que era diferente, porém em uma família muito conservadora, tive que crescer negando minha verdadeira natureza, até mesmo para mim.Somente quando sai de casa e fui morar em uma cidade maior que aceitei ter atração por outros homens.

Todo dia eu caminhava até o trabalho e passava em frente a uma loja onde tinha um segurança muito bonito. Sempre com muita discrição, eu dava umas olhadas pra ele e eventualmente eu notava que ele avia percebido, mas nunca passou disso, somente troca de olhares.

Um certo dia eu sai mais tarde do trabalho e passei em frente a loja, que já havia fechado. parei e fui olhar as roupas na vitrine com a esperança de que não fossem muito caras e eu pudesse um dia entrar na loja e comprar alguma coisa, só para ter um contato com aquele segurança.

Sei que parece bobagem, mas para quem nunca teve nada com outro cara, issso já seria suficiente para me deixar muito feliz.

Eu estava bem destraído olhando as camisas e camisetas, que para meu desespero eram carissimas, quando escuto alguém falar atraz de mim:

- Gostou de alguma?

Me virei na hora. Quase morri de susto quando ví que era o segurança em pessoa que estava ali. Tentei articular uma frase, mas não saiu mais que uns resmungos baixos. Ele me perguntou se eu estava bem e eu só respondi com um aceno de cabeça que sim. Parei um segundo para pensar em algo para dizer, mas meu coração parecia que ia saltar pela boca se eu a abrisse. Então, falei a frase mais idiota que podia ter falado.

- Tu trabalha aqui?

Ele sorriu. Um sorriso lindo, estonteante. Seu rosto perfeito emoldurava seus lindos olhos azuis. A barba por fazer, propositalmente, deixava ele ainda mais bonito. Não conseguia olhar pra mais nada além dele e provavelmente eu estava com cara de idiota parado ali admirando aquele homem maravilhoso que sorria pra mim.

- Eu acho que ambos sabemos que eu trabalho aqui, afinal você passa todos os dias aqui e olha disfaçadamente pra mim - Ele falou isso com uma malícia no olho que eu jamais havia visto em um cara. Ele tocou no meu braço e fez um sinal com a cabeça para que eu fosse com ele.

Eu estava tão assustado que imediatamente comecei a caminhar ao lado dele sem saber exatamente o que estava fazendo.

Caminhamos em silêncio por algum tempo. Ele me olhava e sorria constantemente e eu comecei a me soltar e a retribuir seus sorrisos. então ele começou a falar:

- Já faz um tempo que eu percebo que você me olha de uma maneira diferente, mas sempre que eu vou retribuir o olhar voce disfarça e olha para frente ou para o celular. Já estava ficando louco de vontade de te parar um dia e te convidar pra tomar uma cervejinha e conversar um dia desses. Mas...

- Mas, o que? - Falei tão baixo que achei que ele não tinha ouvido.

- Mas pensei que talvez fosse coisa da minha cabeça e que você não reagiria muito bem. Daí hoje eu estava do outro lado da rua esperando o onibus para ir pra casa e vi que você havia parado em frente a loja.

Não pensei duas vezes e atravessei para falar contigo. Espero que não tenha me enganado.

Não sei o que me deu na hora, mas comecei a falar:

- Eu sempre olho pra ti mesmo e com segundas intenções sim, mas me faltava coragem de demonstrar isso.

Eu te achei lindo desde a primeira vez que te vi e cada vez que te vejo te acho mais bonito ainda. Meu coração parece que vai sair pela boca e eu fico sem ar cada vez que tu me olha, por isso que eu disfarço e olho para frente, pois se eu ficasse te olhando por mais um segundo eu acho que desmaiaria.

- Então, a gente pode se conhecer melhor? - Ele falou isso ao tocar de leve na minha mão e eu quase morri.

- Claro. Eu conheço um lugar aqui perto. Vamos?

Ele fez que sim com a cabeça e sorriu. Sorriso maravilhoso. dobramos na rua seguinte e ao chegar no meio do quarteirão eu entrei por uma porta e fiz sinal para que ele me seguisse. Não sei como, mas parecia que eu estava possuído, pois acabavamos de entrar em um motel. Peguei a chave com o cara do balcão e seguimos pelo corredor. No caminho comecei a me arrepender, pois ele devia estar achando que eu era uma putinha qualquer que leva um cara pro motel sem nem saber o nome dele.

- Chegamos! Aqui nós podemos conversar sem que ninguém nos interrompa - Falei olhando pro chão, pois já estava com vergonha da situação.

Nós entramos e ele fechou a porta, deu duas voltas na chave e veio na minha direção. eu não tive tempo nem de pensar e ele já estava me beijando e me apertando em um abraço forte. Nossa, eu nunca havia sentido nada igual. foi o melhor beijo que eu já provei. Sua lingua passeava pela minha boca com maestria enquanto suas mãos deslizavam entre minha nuca e as costas.

O tesão que estava sentindo era mais forte do que o pudor e fui direto com a mão no pau dele, que estava duro como uma rocha. Massageei ele por cima da calça e apertava as vezes, o que fazia ele soltar um gemido abafado. ele seguia me beijando, só que agora ele apertava minha bunda com força.

Passrei a beijar seu pescoço, sua orelha, seu queixo e voltava para sua boca deliciosa. Mordiscava seu lábio inferior e depois beijava intensamente auqele homem maravilhoso. Ele me apertou em um abraço e me ergueu do chão, deu dois passos e caimos na cama ainda envoltos um nos braços do outro. Nossos corpos se esfregando e o volume do pau dele forçando contra o meu.

Ele tirou a caniseta e calça, ficando só de cueca. Eu fiz o mesmo. Seu corpo era lindo demais. forte, mas sem exageros, com pelos macios na barriga e peito, uma delícia de homem.

Sem perder tempo ele deitou na cama e me puchou para cima dele. Começamos a nos beijar denovo e a esfregar um corpo no outro. Estava dificil segurar o tesão, ainda mais sentindo aquele cheiro de macho que exalava da pele dele. Passei a lamber seus mamílos e ele gemia a cada passada de lingua. Segurava meu cabelo com as duas mãos e me puxava para sua boca e me beijava loucamente e depois me empurrava de volta para que eu chupasse seus mamílos.

Ele me agarrou pela cintura e me tirou de cima dele. Se ajoelhou ao meu lado e começou a tirar a minha cueca lentamente. Então eu disse:

- Vamos devagar, eu nunca fiz isso antes.

- Relaxa, eu também.

Ele tirou a minha cueca e a dele também, deitou em cima de mim e começou a esfregar o pau dele no meu. Não aguentei.

Tirei ele de cima de mim e me agarrei o pau dele com vontade. Dei uma boa olhada naquela vara linda. Era bem maior do que o meu pau e bem grosso também. Passei a lingua na cabeça rosada e fui descendo até a base. Voltei até a cabeça e engoli todo de uma vez só. Nunca tinha sentido um gosto como aquele, era uma coisa totalmente nova pra mim e eu estava adorando.

Subia e decia meus labios naquele pau gostoso e ele me agarrou pelo cabelo fazendo com que o ritmo da chupada ficasse sob o controle dele. Ele começou a falar coisas que me exitavam mais ainda, tipo "chupa todo, vai", "engole até o talo", "chupa gostoso", "Nossa, que loucura". Eu obedecia, e chupava com muita vontade. Quando ele começou a sentir que ia gozar puxou minha cabeça pra cima e me deu um beijo longo e muito forte.

- Não quero gozar ainda, quero aproveitar mais um pouco esse tesão do caralho - Falou enquanto deitava de lado.

Eu entendi o que ele tava querendo e me virei na cama. Abocanhei o pau dele e deixei o meu pau na altura da cara dele.

Ele caiu de boca na minha pica chupando com vontade. O tesão era tanto que em pouco tempo eu senti que ia gozar e avisei pra ele. Ele disse que queria gozar junto comigo. almentamos o ritmo das estocas e gozamos quase ao mesmo tempo. Eu senti os jatos de porra quente na minha garganta e não parei de chupar, engoli tudo e continuei chupando.

Ele também engoliu toda a minha porra e lambia meu caralho delicadamente. Nos beijamos, mas agora com ternura, um beijo longo e apaixonado, como se fossemos um casal de namorados que se amam. Mas eu nem sabia o nome dele. "Que loucura" eu pensei ao me aconchegar nos braços dele deitado de conchinha. Nossos corpos totalmente colados.

- Nossa! Isso foi...- exitei por um momento e segui - muito foda.

- Que loucura hein! Valeu apena esperar cada segundo por esse dia. Só tem uma coisa que tá me deixando nervoso. Eu não sei o seu nome.

- Pedro, e o teu? - falei e me virei para olhar no olho dele.

- Maicon! Prazer.

- O prazer é tooooodo meu - rimos juntos pelo trocadílho e nos beijamos.

Mal começamos a nos beijar e o pau dele começou a forçar a minha barriga. Isso me deixou louco e meu pau acordou na hora também.

Agarrei sua pica e começei a bater uma punheta pra ele enquanto nossas linguas se misturavam. Ele deito de costas e eu me deitei entre suas pernas e parti para um boquete. Minha intenção não era ficar chupando ele dessa vez. Molhei bem o caralho dele com saliva e fui subindo seu abdomem, lambendo cada centimetro daquele corpo maravilhoso. Cheguei até seu ouvido e disse:

- Eu quero dar pra ti. Não sei se vou conseguir, mas eu quero muito - Nisso já fui posicionando seu pau na entrada do meu cusinho.

Pincelei o meu anel com o caralho dele e comecei a forçar para baixo o meu corpo. Fiquei um tempinho tentando enfiar a cabeça no cu, mas não entrava. Então ele me colocou de quatro e começou a lamber meu buraquinho.

Quase fui a loucura quando ele forçou a lingua e ela entrou um pouquinho. Ele sentindo que eu tava com muito tesão com aquilo, começou a me provocar. Botava e tirava a ligua do meu cuzinho. Denovo meu tesão foi as alturas quando ele forçou um dedo na porta do neu cu. Eu relaxei a musculatura e o dedo dele entrou todo. Ele começou a me fuder com o dedo em um vai e vem acelerado. Tirou o dedo e cuspiu no mue cu, deixando bem lubrificado e forçou dois dedos dessa vez. Dmorou mais pra entra, mas a sensação foi algo indescritível. Ele mechia os dedos lá dentro e socava eles o máximo que dava. Eu achei que ia gozar sem nem tocar no meu pau.

Então o Maicon tirou os dedos e posicionou o pau na entradinha do meu cu e disse "relaxa". Devagarinho ele foi forçando e abrindo caminho. A cabeça entrou e ele começou um vai e vem gostoso, onde a cada estocada o caralho dele entrava um puquinho mais. Até que ele começou a forçar um pouco mais e eu tive que pedir pra ele parar.

A dor era demais, parecia que meu cu tava pegando fogo. eu sentia latejar forte e quase desisti, mas ele teve paciencia e ficou parado um tempo com o pau dentro de mim. Aos poucos a dorfoi passando e eu pedi pra ele continuar. ele dei mais umas forçadas e entrou mais um pouco, até que em determinado momento parece que meu cu se abriu e o pau dele deslizou até o fundo de uma vez só. Ele ficou mais um pouco parado pra que eu me acostumasse com ele dentro de mim e eu gemia como uma cadela no cio. Foi então que eu pedi pra ele me fuder.

No começo ele foi gentil e me fudia devegar e com cuidado, mas aos poucos seu tesão foi aumentando e o ritmo do vai e vem aumentou junto.

Meu corpo começou a tremer e eu senti que estava quase gozando. Era só eu me masturbar um pouquinho que gazava, mas decidi curtir mais um pouco e nem toquei na minha pica.

- Não pára. Segue assim gostoso. Soca esse pau no meu cu com vontade.

-Tá gostando é? Vou te deixar todo assado de tanto te fuder. Toma gostoso.

Não sei exatamente como explicar o que senti em seguida, pois parecia que eu estava gozando mas não tava nem tocando no meu pau.

Meu corpo inteiro tremia. Eu gemia alto, minha respiração rápida e curta. Fiquei sentindo aquilo por um bom tempo até que o Maicon aumentou o ritmo e disse que ia gozar. Ele parecia um animal me fudendo, rápido e com força. Não aguentei e agarrei meu pau. Foi quase que instantâneo, a porra começou a jorrar aos montes e eu quese desmaiei de tanto prazer. Foi muito diferente da primeira goazada que demos juntos, pois essa foi muito mais intensa. Ele seguiu bonbando meu cu até gozar e quando gozou, eu senti sua porra lá dentro, quente e grossa.

Ele gozou tanta porra que antes de terminar de gozar, eu já sentia escorrer pelas minhas pernas a porra que não cabia mais no meu cuzinho. ele urrava de prazer e seguia metendo forte, e eu ainda sentia o prazer de estar gozando, mesmo depois de já ter ejaculado. Essa sensação só passo quando ele diminuiu o ritmo e parou de socar o pau. Meu corpo que até então estava todo retesado, relaxou e eu caí deitado de bruços na cama.

O macho que acabara de me tirar a virgindade se deitou sobre mim e me beijava a nuca.

Durmimos nessa posição, tamanho era o cansasso dos dois. Cansados, porém felizes e totalmente saciados.

Autor: Hatar Haisha
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