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A Grande Batalha

  • 31 de Dezembro de 2011
Como tinha relatado, no final de O Mulato e o Negrão, meus amigos Elias e Jair estavam num 69 enquanto eu me recuperava.
Tendo aguentado os 27 cm do Elias inteirinhos no cuzinho, ia ter que encarar o cacete do Jair, que embora mais pequeno, era muito mais grosso.
- É isso aí, malta. Chupem-se gostoso que eu quero esses mangalhos bem durinhos, disse eu, para atiçar os dois.
E eles se chuparam com gosto. Se eu não estivesse quase desfalecido, a bunda do Elias, toda empinada, não me tinha escapado. Quando vi que eles estavam a fim de gozar, resolvi intervir, senão não ia sobrar pau p’ra mim.
- Agora parem aí que esses cacetes hoje são meus. Quero um no cu e outro na boca. Primeiro o Elias no rabinho e o grossão vem p’rá boquinha.
Coloquei-me de gatas, o Jair deitou-se à minha frente para eu o mamar e o Elias foi logo metendo o pau todo até às bolas dentro do meu rabinho.
- Cara, vai devagar. Assim não vou aguentar, queixei-me.
- Se você quer aguentar o Jair, é bom que se habitue com brutidade.
E foi bem bruto. Logo que meteu o cacete, começaram as estocadas. O ritmo era tão grande que eu tinha dificuldade em manter o caralho do Jair na boca. Mas rapidamente apanhei o sincronismo e aproveitava o balanço que as bombadas do mulato me davam para engolir o cacete do negrão até à garganta. Era uma delícia. O pau do Elias parece que tinha sido feito à medida p’ró meu rabo. Ele atolava o cacete até aos colhões e depois vinha de volta até deixar só a cabeçorra dentro do rabinho. Na mesma cadência eu engolia o caralho do Jair até à garganta e depois vinha até ficar só com a cabeça do pau na ponta dos lábios. Eles me comeram assim durante mais de 10 minutos. Meu cu estava completamente arrombado e tinha os maxilares doridos por causa da grossura do cacete que tinha na boca. Foi então que resolvi trocar.
- Acho que estou pronto p´ra experimentar o Jair.
Eles iam trocar de lugar, mas eu achei que assim à canzana não ia aguentar.
- Assim não. O Jair deita-se de costas e eu sento-me no pau dele. Assim eu controlo a penetração e só vou até onde aguentar.
O negrão deitou-se e eu subi p´ra cime dele. Coloquei-me de joelhos, com uma perna de cada lado do corpo dele, com as mãos abri as nádegas o mais que pude e comecei a baixar na direcção do cacete. Encostei a cabeça na portinha do cu e forcei um bocado p´ra ver se conseguia meter algum bocado. Não dava. Parece que a grossura do cacete era o dobro do buraco do cu. Fiz mais umas tentativas, mas o pau não havia maneira de caber. Resolvi mudar de estratégia. Empinei a bunda e pedi ao Elias para meter.
- Elias vem-me alargar o cuzinho, vem.
Ele veio por trás de mim e atolou-me o cacete duma vez só. Deu umas 3 ou 4 estocadas e saiu. Logo que ele tirou o caralho eu desci o rabo na direcção do caralho do negrão. A cabeça entrou, mas eu vi estrelas. Parece que estava sendo rasgado. Fiquei uns momentos parado só com a cabeça enfiada a ver se a dor diminuía. Mas a dor parece que era cada vez maior. Mesmo assim resolvi tentar engolir mais um bocado daquele monstro. Só que quando comecei a baixar o cu pensei que ia morrer. Sentia o cu sendo rasgado e voltei a parar. Eu transpirava como se tivesse acabado de correr a maratona. Aí o Negrão falou:
- Só há uma maneira de você levar esse pau no cuzinho. Fica de gatas, deixa eu comandar a metida e reza p´ra não morrer.
Achei que ele tinha razão e fiquei de 4 como uma putinha obediente.
O Jair foi p’ra trás de mim e disse p’ro amigo:
- Mete-lhe o pau na boca p’ra ninguém ouvir os berros do cara. Agora vai ser a sério.
O Elias que não era bobo, em vez de me meter o pau na boca meteu-me uma almofada. Mordi a almofada e preparei-me p’rá tortura. O Jair encostou o cacete e empurrou. Entrou a cabeça e mais uns 5 cm de pau. As minhas pregas tinham ido p’ró beleléu. A dor era alucinante. O Jair ficou parado apenas um instante. Logo a seguir, deixou sair um bocado e voltou a empurrar, agora até mais à frente. Meio pau estava no cuzinho. Eu mordia a almofada e tentava aguentar a parada.
- Não pense que vamos ficar pela metade, disse o negrão. Aqui há democracia. Se a metade da frente já comeu seu cuzinho, a metade de trás também quer comer. E dizendo isto, voltou a dar-me uma estocada mais forte e mais um bom naco de cacete foi engolido pelo meu cuzinho, que devia estar uma lástima. Depois de cada bombada ele parava por momentos, para que meu cu se habituasse, em seguida deixava sair até à cabeça do pau e voltava a meter indo cada vez até mais à frente. Não sabia até onde ele já tinha metido, mas as viagens já eram muito longas e eu achava que não devia faltar muito p´ra sentir as bolas a encostarem nas minhas. A dor ia-se tornando cada vez menor e eu pude finalmente largar a almofada.
Quando o Elias viu que eu já estava aguentando a jeba do amigo, veio-se deitar à minha frente p’ra eu o mamar.
- Anda bezerrinho, se quiser mamar está aí. Mas não morde senão vai partir os dentes.
E eu não me fiz de rogado. Desatei a mamar o mulato enquanto o negrão estourava com o meu cu. Em pouco tempo já sentia os colhões do Jair a baterem nos meus. Tinha aguentado o inferno. Estava orgulhoso de mim e principalmente do meu rabinho que ainda no dia anterior era virgem. Que foda maravilhosa. O Jair aumentava o ritmo das estocadas mas eu já era capaz de o atiçar ainda mais:
- Então rapazinho? Era só isso que você tinha p’ra mim? Fode como um homem, que eu não estou sentindo nada. Fode garoto. Não era você que ia rebentar comigo? Mete-me esse caralho todo. Se quiser mete também as bolas.
Ferido no seu orgulho, o Negrão dava tudo o que tinha. Cada estocada era mais forte que a anterior. Foderam-me assim durante 10 minutos. Depois o Jair começou a deixar que o pau saísse todo do cuzinho, esperava que o buraquinho começasse a fechar e voltava a meter o monstro todo dentro do meu rabo. O prazer começou a vir. O rabinho todo preenchido e a boquinha entretida com um pau maravilhoso. Mandei o Jair parar e comecei eu a marcar o ritmo. Agora era eu que ia ao encontro do cacete dele e, depois de o atolar todo, vinha p´ra frente até ele sair completamente. Voltava a atolá-lo e voltava a deixá-lo sair. Não queria que aquilo acabasse nunca.
- Rabinho guloso, disse o Jair. Esse cu é qualquer coisa. Vem cuzinho, vem. Engole o cacetinho, engole. Isso, todinho. Que maravilha. Se esse cuzinho continua a trabalhar assim, não tarda nada vai ter leitada.
E o cuzinho continuava. P´ra frente e p´ra trás. Ora tirando, ora metendo. Nada podia ser melhor.
- Quer me dar leitinho, quer? Então me esporra esse cu todo. Dá-me leitinho, dá.
E o negrão não aguentou mais. Começou a urrar e a vir-se dentro de mim. Sentia os esguichos nas entranhas. Quando acabou de se vir, deixou-se ficar dentro do meu rabinho. Perguntei a Elias:
- E você? Tem leitinho p´ra mim ou já está seco?
-Você hoje já teve muito leitinho. Não seja egoísta.
E levantou-se o foi dar o pau ao negrão p’ra mamar.
- Anda lá. Achava que eu ia dar tudo p’ró branquela? Não, essa leitada agora é pra você. Mama anda, mama a benga toda, como eu gosto. Isso assim, tudo na boquinha.
E o negrão mamou até que o Elias não aguentou mais. Ainda com o pau do negrão no rabinho, voltei-me p’ra trás para ver o Elias a esporrar-lhe a cara toda. Depois de ele acabar de gozar o negrão abocanhou-lhe o cacete e só o largou quando engoliu o leite todo que ele tinha, deixando-o limpinho.
Aquela cena foi demais p´ra mim. Pela primeira vez na minha vida vim-me sem me tocar.
Caímos cada um p´ra seu lado.
Ainda era sábado e já tinha levado uma surra de pau.
Como seria o domingo?

Autor: Corno Manso
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