Como tinha prometido no final do 1º conto, Mulato Avantajado, aqui estou p’ra vos contar como foi o resto do fim-de-semana.

Como tinha dito, era sábado, final da tarde e estávamos esperando a chegada do amigo do meu mulatão. Como o cara estava demorando, resolvemos ir ao sef-service do parque de campismo para carregar baterias.

Foi quando acabámos de comer e voltávamos para o bangalô que vi o meu parceiro chamar por uma pessoa que vinha a entrar no parque. Virei-me para ver quem era e só vi um negrão muito alto e forte que caminhava na nossa direcção. Fiquei assustado, porque o cara parecia um jogador de futebol americano. Vinha de calções e em tronco nu e parecia que tinha passado a vida toda no ginásio.

Olhei p’ro meu amigo e ele tinha um sorriso sacana. Antes que o negrão chegasse ao pé de nós, disse-me:

- Não querias festa? Agora vais ter que aguentar.

P’ra não dar parte de fraco, repliquei:

- Vou acabar com vocês.

Quando o amigo chegou ao pé de nós, o mulato tratou de fazzer as apresentações e, só nessa altura, é que fiquei a saber que ele se chamava Elias e o amigo era o Jair. Disse-lhes também o meu nome, P… e começámos a fazer conversa de ocasião. O papo estava ficando meio sem jeito, já que não nos conhecendo, não tínhamos assunto, mas o Elias salvou a situação:

- Jair, o negócio é o seguinte: Este cara está a fim de levar uma surra de pau. Se você topa vem com a gente. Se não topa a tenda é toda sua.

- Espera lá, disse o Jair. E o cara vai aguentar um trato desses? Você me conhece Elias, quando a festa começar não dá p’ra voltar atrás.

- O P… já aguentou comigo. Acho que não vai dar bandeira.

Eles falavam como se eu não estivesse ali. Quando chegámos à porta do bangalô resolvi desafiar o negrão:

- Como é Jair. Esse papo todo que eu não vou aguentar, é desculpa p’ra pular fora? Tem medo que eu acabe com você?

- Mas o branquela é descarado. Cara, você não imagina no que vai-se meter. Se já encarou a jeba do Elias, já é muito bom. Mas olha que a minha é um bocado mais pequena, mas é bem mais grossa.

- Só vendo é que acredito. Vai-se a ver e é uma minhoquinha. Eu queria atiçá-lo, para que ele não desistisse.

Então abre essa porta que a sucuri vai cantar.

Entrámos no bangalô e o negrão pediu p’ra ir tomar banho.

Eu e o Elias fomos p’ro sofá e arranquei-lhe logo os calções, pois queria que ele me comesse antes do outro sair do banho. Se ele era mais grosso que o Mulato, queria que este me comesse primeiro para já estar meio preparado para o monstro. Caí de boca no pau do Elias que estava meio bamba, mas começou logo a crescer. Sentir aquele pauzão a ganhar vida na minha boca deixava-me maluco.

- Quero que você seja o primeiro a comer-me. Mas agora quero engolir esse cacete todo. Vai força um bocadinho na minha garganta.

O Elias agarrou-me na cabeça e começou a movimentá-la p’rá frente e p’ra trás. Quando via que eu me ia engasgar puxava-me p’ra trás e o pau saía quase todo. Deixava-me respirar e voltava a puxar-me lentamente até onde podia.

Foi numa dessas bombadas que percebi que fazer garganta funda era mais uma questão de jeito. Pedi-lhe para irmos para a cama e deitei-me de costas com a cabeça caída para fora da cama. Nessa posição a boca fica alinhada com a garganta. Disse-lhe para vir por trás e dar-me o caralho p’ra chupar. A cama era muito baixa e por isso ele teve que se ajoelhar. Voltou a dar-me o pau e agora em cada bombada eu engolia mais um bocado.

- Cara, consegue-se ver a garganta a alargar com a passagem do cacete. Quem disse isto foi o Jair que já tinha saído do banho e estava a apreciar o espectáculo de ver um tipo a engolir 27 cm de piça.

Foi então que decidi forçar ao máximo a garganta de encontro ao caralho do mulato e senti os lábios a encostarem à sua barriga. Tinha conseguido. Quando o mulato tirou p’ra eu poder respirar, chamei o Jair:

- Vem cá você agora, vem. Quero ver se isso é como diz.

E era mesmo. O caralho do Jair não devia ter mais de 22cm, mas era bem mais grosso que o do Elias. Quando quis metê-lo na boca é que vi que agora o problema era outro. Como abrir a boca o suficiente para o bacamarte entrar.

Comecei primeiro a lambê-lo enquanto o Elias já se posicionava p’ra me enrabar. Levantou-me as pernas e começou a forçar a entrada do pau. Quando a cabeçorra entrou, a sorte do Jair foi que eu não tinha o cacete dele dentro da boca. A dor foi tão grande que eu cerrei os dentes p’ra não gritar.

O Elias começou a bombar e eu fui-me recuperando e voltei a dar atenção ao cacetão do Jair . Passava-lhe a língua pelo pau todo , lambia-lhe os colhões, metia-os na boca, voltava para o pau e quando chegava à cabeça dava-lhe umas chupadas até onde conseguia.

As bombadas do Elias iam aumentando de intensidade e não tardou para sentir os tomates dele a encostarem ao meu rabo. Estava com os 27 cm todos atolados. Com um cacete daqueles todo metido e com a boca cheia pelo caralho do negrão eu estava no paraíso. Numa das vezes em que o Jair deixou sair o cacete da minha boca, pedi-lhes:

- Combinem a esporrada, que eu quero que se venham ao mesmo tempo. Quero sentir o leite no cu e na boca ao mesmo tempo.

Foi então que o Jair começou a bombar-me a boca ao mesmo ritmo das estocadas do Elias. Que mais pode um homem pedir? Duas jebas daquelas a invadirem-lhe os buracos todos é o melhor que se pode esperar.

Eles estavam perfeitamente sincronizados. Fodiam-me a boca e o cu ao mesmo ritmo e começaram a vir-se na mesma altura.

Depois dos primeiros jactos directos na goela, deixei sair o pau do Jair para receber o resto do leita na cara. Quando tirei o pau do Jair da boca, o Elias sacou o cacete para fora do meu rabo e continuou a vir-se em cima da minha barriga e do meu peito.

Quando pararam de se vir, sentei-me na borda da cama e chamei-os para a minha frente. Deixei sair o leite que tinha na boca p’ra cima do pau dos dois e depois comecei novamente a chupá-los. Ora um ora outro, ia-lhes tirando o leitinho do pau e engolia. Só parei quando tinha engolido tudo e os dois cacetes à minha frente estavam limpinhos.

Deitámo-nos na cama e fiquei no meio dos dois. Joguei a mão ao meu pau e comecei a acariciar-me. Ia fazer uma punheta no meio daqueles dois deuses. Com a tesão que estava senti logo o orgasmo a aproximar-se. Consegui parar e depois voltei a punhetar-me.

Eles olhavam p’ra mim e não diziam nada. Sentaram-se na cama. Eu deitado a esgalhar o bicho e eles ao meu lado a apreciar. Foram-se baixando, tiraram a minha mão do cacete e, um de cada lado, colaram os lábios ao meu pau. Depois, um deles punha o pau na boca e chupava, enquanto o outro, com a língua, percorria o resto do cacete. Estava tão bom que eu tentava pensar noutra coisa qualquer para não me esporrar logo. Mas não consegui aguentar muito tempo. Desta vez não me vim p’ra cima da barriga.

O Elias engoliu o primeiro esguicho e depois o Jair engoliu o resto. Fizeram o mesmo que eu lhes tinha feito. Deixaram-me limpinho e engoliram o leite todinho.

- P… , agora enquanto você se recupera, pode apreciar o espectáculo, disse o Jair. E começaram a fazer um 69 ali mesmo à minha frente.

- Estejam à vontade, mas não se esgotem que a noite ainda é uma criança. Jair você não pense que eu não quero encarar a sua cobra. Vai ser duro, mas quem vai pedir tréguas é você.

Querem saber quem ganhou a batalha? Esperem pelo próximo conto.

Autor: Corno Manso
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