O Edu ligou para sua casa avisando que só iria embora, no dia seguinte á noite. A mãe dele disse que já estava sabendo, por que a minha mãe já tinha ligado e explicado tudo.

Parecíamos recém casados em plena lua de mel. O Edu ficava me abraçando e dando beijinhos e eu estava muito feliz por ele estar comigo.

O Edu parecia o meu maridinho e ficava me agradando o tempo todo, até massagem ele fez em mim. Deitei no chão da sala e tirei a toalha, o Edu massageava as minhas costas.

Era bom sentir as suas mãos nas minhas costas, dorso, coxas, pernas e pés.

Eu fui ficando excitado, muito excitado e o Edu percebendo acariciava a minha bunda, e de vez enquanto ele enfia seu dedo no meu cuzinho. Fazendo-me gemer feito uma menininha doidinha para levar piroca no cú.

O Edu tirou a sua toalha e subiu em cima de mim e passou a esfregar o seu pinto entre as minhas nádegas, as suas mãos seguravam nas minhas e a sua boca percorria a minha orelha, nuca e ombros. O quentinho da sua boca e o molhado da sua língua me causava arrepios.

EDU= Vamos começar pela sala meu amor! Este vai ser o primeiro cômodo da sua casa que vamos fazer um amor bem gostosinho.

EU= Simmmmmmmmmmmmmmm!!!

EDU= Eu vou meter bem gostoso no cuzinho da minha mulherzinha.

EU= A sua mulherzinha vai adorar levar pinto no cuzinho.

Enquanto eu respondia, ele ia enfiando o pinto para dentro do meu cuzinho me arrancando gemidos longos e profundos.

Os meus gemidos atiçavam mais o Edu a mete com vontade.

EU= Isso vai me come com vontade, mete com vontade na sua mulherzinha.

EDU= Você está gostando do que o seu homem está fazendo com você? Mostra para mim o quanto gosta do meu pau no seu cú.

EU= To. Gosss-tannn-dooo muiii-toooo. Hummmmmmmmmmm!! Que Caaaa-raaa-lhoooooo de-li-cio-soooooooooo. Hummmmmmmmmmmmmmmmm!!

O Edu enfiava mais e mais.

EDU= Pede mais vai, que eu te dou.

Eu pedia e o meu machinho me dava. Naquele ritmo de caricias, entradas e saídas do caralho do Edu.

EU= Goza no meu cú, goza!!!!!!!!! Hummmmmmmmmmmmmmm!! Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!! Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!! Que dorzinha gostosa!!!!! Que pinto delicioso!!! Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!

O Edu suspirava forte na minha nuca e deu um grito anunciando a chegada do gozo.

EDU= (GRITANDO) Eu to gozandooooooooooooooooooo!!!!

Os nossos corpos estremeciam de prazer. Ainda com seu pau dentro do meu cú nós dois ficamos deitados e esticados no chão.

A gente queria transar em todos os cômodos de minha casa, mais isso não aconteceu, por incrível que pareça o meu cuzinho ficou assado e o pau do Edu ficou inchado e muito sensível.

Mais mesmo não havendo sexo durante o dia inteiro ficamos como um casalzinho recém casados. O Edu fazia tudo que eu queria e eu fazia tudo que ele queria.

À noite tentamos transar mais não conseguimos, apesar da vontade louca de trepar com ele o pinto do Edu ainda estava bem inchado e os seus testículos doíam.

Enchi a banheira com água bem morninha e mandei-o entrar e ficar um pouco lá. Enquanto isso; fui ligar e encomendar uma pizza.

Assim que ele saiu da banheira o seu pinto já estava bem menos inchado, mais o seu saco ainda estava muito sensível.

O Edu se enrolou na toalha e fomos comer pizza com coca-cola e depois fomos deitar e ver televisão, bem agarradinhos, não transamos mais namoramos muito.

Acordamos assim que amanheceu e quando abri os meus olhos e fui dar um beijo de bom dia, vi que o seu pinto estava apontando para o teto de tão duro e teso. O Beijei segurando e alisando o seu pinto.

EDU= Chupa o meu pinto, chupa!

EU= Mais... E a dor que você estava no saco?

EDU= Não está doendo mais. (ME EMPURRANDO PARA BAIXO)

EDU= Chupa!!!!! Eu preciso gozar!!

Abaixei e segurei no seu pinto e o coloquei todo na boca. Minha língua percorria nele todinho, lambi cada centímetro do seu delicioso pau e sugava aquele líquido que saía às vezes, sentindo o sabor de cada gota e alisando os pêlos e o saco.

Cheirei o seu saco e depois lambia e fui subindo pelo tronco até chegar à cabeçinha rosada do seu pinto.

O pau do Edu deu um jato forte esguichando porra e eu mais que depressa abocanhei para que ele gozasse dentro da minha boca.

O Edu gemia alto enquanto eu tratava de engolir toda a sua porra quentinha em seguida fiquei brincando com o seu pau até ele amolecer por completo.

EDU= Eu não quero te perder.

EU= Você não vai me perder.

Deitei ao seu lado e o beijei, o seu pinto voltou a dar sinal de vida e ficou duro como um ferro.

Puxei o Edu e o levei para o quarto dos meus pais, exatamente na porta para ser exato. Ajoelhei e coloquei o seu pinto na boca todo lá dentro, e ia subindo e descendo. O Edu gemia me deixando cada vez mais louco de desejo.

Passei a dar beijinhos no seu cacete, e a lambê-lo com a ponta da língua. Passei a língua nas laterais e depois o enfiei todo na minha boca, novamente.

Levei-o para a cama dos meus pais e o fiz sentar. Sentei no seu colo, mirando o seu pau no meu buraquinho. Fui descendo bem devagar, de modo a sentir cada centímetro a entrar e quando eu cheguei no fundo, ele gemeu. Continuei rebolando, subindo e descendo.

EU= Você gosta de me fuder?

EDU= Muito. Muito. Eu te amo!

Suspiramos, gememos, e depois que eu gritei, ele se sentiu à vontade para gritar também. Aumentei o ritmo. Ele começou a abrir as pernas e a pular. Joguei minhas costas para trás, apoiando minhas mãos nos seus ombros. Ele meteu mais.

EU= Goza comigo.

EDU= Estou quase.

EU= Continua… continua… continua… Hummmmmmmmmmmmm!!! Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!

Ele gozou dentro de mim, e seu pau a latejar. Suas pernas tremiam. Ele parecia até soluçar e eu gozei também.

EU= Nossa!!! Que caralho gostoso você tem.

Nisso o telefone toca, levanto do seu colo e saio correndo para atender, era a minha mãe.

Eu estava falando com ela e o Edu veio por trás e colocou o seu pinto no meio da minha bunda e ficava se esfregando e eu me controlando para não pegar no seu pinto e enfiar de uma vez em mim. Aquela putaria estava me enlouquecendo.

A minha mãe não parava de falar e eu ali, louco para ter o pinto do Edu de novo no meu cuzinho.

O Edu abriu bem a minha bunda com as mãos e enfiou a cabeçinha do seu pau na entradinha do meu cuzinho. Empinei a bunda e joguei o meu corpo para frente, agora o seu pau estava todo atolado em mim.

Eu só respondia o necessário para a minha mãe, a minha vontade era de gritar para ela e dizer que depois nos falávamos por que naquele momento eu estava sendo enrabado pelo meu melhor amigo. Ou melhor!!! Pelo meu machinho.

Os ritmos das suas bombadas iam acelerando e a minha mãe ainda conversando comigo, eu já não entendia nada do que ela falava e eu estava sendo monossílabo.

Finalmente a minha mãe se despediu e eu mais que depressa desliguei o telefone e comecei a gemer e dar gritinhos.

EU= Seu puto gostoso!!! Isso!!! Me fode com gosto!! Uiiiiiiiiiiiiiiiii!! Que delicia de piroca!!! Hummmmmmmmmmmmmmm!!! Hummmm!! Delíciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!

EU= Você enfiou o seu pinto em mim, agora mostra do que é capaz de fazer!!!! Mostra que é macho de verdade e fode a sua mulherzinha bem gostozinho.

EU= Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!! Issoooooooooooooooo!! Delícia de homem!!! Hummmmmmmmmmmmmmmm!! Hummmmmmmmmmm!!

EDU= To quase gozando meu amorrrrrrrrrrrrrrrr!!

EU= Não goza não!!!! Ainda quero muito pau no cú antes de você gozar!!!!

Arranquei o seu pinto do meu cú e o beijava levando ele até a poltrona. Sentei e o coloquei em pé de frente, alisava as suas pernas e dava pequenas mordidas.

O Edu suplicava para que eu o chupasse e tentava de todo custo colocar o seu pinto na minha boca.

Joguei o meu corpo todo pêra trás encostando na poltrona e levantei as minhas pernas.

EU= Vem! Enfia esse pinto gostoso em mim!!!

O Edu foi enfiando bem devagar e eu gemendo de prazer em cada pedaçinho do seu pinto entrando.

O movimento ficou mais sincronizado e nossos corpos ficavam cada vez mais juntos. O sofá parecia se mover junto com a gente. O Edu levantou do sofá, me levando junto, ainda com as minhas pernas em volta das suas costas. Continuou me metendo de pé, e depois me deitou no chão. Colocou-me de quatro na beirada da poltrona, e ficou de pé do lado de fora. Começou a meter de novo, segurando-me pela cintura e dizendo:

EDU= Sua putinha deliciosa! Toma todo o meu pau, toma!

Vez ou outra dava-me tapinhas na bunda, e continuava no movimento de vai e vem, até que ele gritou:

EDU=Ahhhhh. Estou quase… Quase… Hummmmm!!!… Hum… Gozeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!

O seu corpo inteiro tremia, e o pau latejava dentro de mim e a cada esporrada que eu recebia no meu cuzinho, eu gemia e dava gritinhos.

EU= Goza!!!! Goza mais!!!! Enche o meu cú de porra!!! Goza mais meu macho!!!!

O Edu me virou de frente e caiu de boca na minha coca e passou a me masturbar num ritmo bem rápido.

EDU= Goza meu gostozinho, suja o seu homem com a sua porra quentinha vai!!!

Agarrei no seu pescoço e voltei a beijá-lo parecíamos que íamos engolir um ao outro.

Fui contorcendo o meu corpo e gemendo dentro da sua boca. A minha respiração foi ficando mais forte e os gemidos mais prolongados.

O Edu descolou a sua boca da minha e colocou o seu rosto na altura do meu pau e continuava-me masturbando. Ele olhava bem os meus olhos e abrindo a sua boca para receber toda a minha porra que já estava vindo.

Gozei urrando feito um animal e ele sorrindo, engolindo, lambendo e esfregando o meu pau no seu rosto e o seu rosto ficou completamente sujo de porra.

EDU= (SORRINDO) O bom de namorar um viadinho, é que ele também pode dar leitinho para o seu macho.

Demos boas gargalhadas e voltamos a nos beijar. Não conseguimos trepar em todos os cômodos da casa por que ela é bem grande e com muitos cômodos. Mais ele me prometeu que na primeira oportunidade ele ia-me fuder nos lugares que restavam da casa.

Á noitinha, antes dos meus pais chegarem eu ainda dei uma boa chupada no seu delicioso pinto.

No dia seguinte, no colégio o clima ficou estranho. O André mal olhava para a minha cara e o Edu não tirava os olhos de mim. Quando chegou o recreio disse ao Edu que ia procurar o André para dar uma explicação deu não ter ido ao encontro.

O Edu deu um ataque de ciúmes e me fez prometer que eu não iria procurá-lo, então só me restou ter esta conversa com o André escondido dele.

Todas as segundas e quartas-feiras o Edu tinha aula de Karatê e teria que ser este horário o meu encontro.

Discretamente entreguei o bilhete ao meu professor:

(BILHETE) Precisamos conversar, estarei na sua casa hoje ás 14:00h.

O Professor pegou o bilhete e enfiou no bolso de sua calça sem ler.

A manhã passou rápida e na hora de ir embora eu percebi que o André estava querendo falar comigo, mais como o Edu estava por perto ele passou direto.

O Edu me levou ate em frente a minha casa.

EU= Quer entrar e almoçar comigo?

EDU= Bem que eu queria! Mais não posso! Agora eu passei para a faixa verde e vou aproveitar para comprar um novo kimono e a faixa. E da rua mesmo eu vou para a aula.

EU= Agente vai se ver hoje?

EDU= Lógico!!!!! Á noite eu venho te ver. (SORRIU)

FIM.

(CONTINUAÇÃO)

Autor: Peter
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