Já contei sobre minha relação incestuosa com meu tio, quando eu tinha 13 anos, hoje tenho 28, ele tinha quase 38, o provoquei e ele me possuiu, foi a minha primeira vez.

Mantivemos um caso por 7 anos, até que ele precisou ir embora, a trabalho, para o exterior. Nos viamos algumas vezes, mas muito pouco.

A saudade sempre foi muito grande. Pois bem, ele voltou. Fui direto pra casa dele, para vê-lo.

Meu grande amor, aos 53 anos, ainda lindo, quando o vi, só pensava em transar muito com ele, já entrei abraçando-o fortemente, pedindo pra ele me fazer dele ali, como na minha primeira vez.

Tiramos nossas roupas, eu disse que queria senti-lo, sem nada, que queria sentir a mesma dor lancinante e prazeirosa dele me penetrando outra vez, depois de tanto tempo, que só ele sabe me fazer sentir.

Ajoelhado no sofá, ele atrás de mim, a força no meu cu e aquele pau enfiado até o talo dentro de mim, era uma dor muito forte, meu cu cedia, eu queria daquele jeito.

Depois de tantas estocadas, nem sentia mais dor, não queria que acabasse, veio o grito dele de prazer e aquele esperma espirrando dentro de mim, como antes.

Ele me abraçou por trás, manteve o pau dentro de mim e nos beijamos.

Quando ele tirou o pau, doeu bastante. Mas eu me sentia insaciável ainda, queria mais.

Segurei ele e mandei ver no oral, foi uma delícia sentir a pica dele endurecendo na minha boca e, por fim, eu chupando todo aquele esperma pra dentro de mim.

Passamos essa noite juntos e, no dia seguinte, resolvemos morar juntos outra vez.

Trepamos todos os dias, eu me sinto realizado com aquele pau dentro de mim, eu sentir o esperma dele no meu cu, na minha boca, me faz sentir vivo.

Sempre dói quando ele entra, ele comemora, diz que meu cuzinho é só dele, por isso a dor.

Acordar sendo penetrado por ele faz meu dia ser muito melhor.

Nossa relação é maldita, incestuosa, pecaminosa. Mas eu o amo. Isso que importa.

Autor: Sobrinho Devasso
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