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O Presidiário e Eu

  • 31 de Dezembro de 2011
Sou acadêmico de direito e, como é de praxe na disciplina de penal, visitamos um presídio há 6 meses.
Passamos por todas as alas, desde a de presos "leves" até as solitárias. No caminho, passamos pelos presos se exercitando no pátio. Foi onde conheci Pedro, condenado por assalto, um negro, bem alto e muito forte, com os braços tatuados, corpão sarado e aquela carranca de poucos amigos.
Por dever, deveríamos conversar com alguns presos e eu escolhi aquele homem. Fomos levados a uma sala, onde havia um policial na porta, do lado de fora, e comecei a conversar com aquele cara, que entrou algemado e se sentou a minha frente em uma mesa.
Comecei a conversa perguntando sobre ele, o por que de ele estar preso e se estava arrependido do ocorrido, ele ainda estava de cara amarrada e eu com medo dele, até que ele respondeu as perguntas e me questionou o que eu achava dele.
Respondi que tinha medo, pelo rosto dele sempre estar com semblante fechado e ele riu. Ele me disse que só havia roubado porque ficou com fome e não tinha dinheiro, foi quando o rosto dele ficou com uma feição mais leve e ele me disse que não machucaria ninguém.
Eu disse a ele, em seguida, que estava muito atraído pela figura dele, que queria vê-lo outras vezes, se possível e ele riu, disse que nunca tinha levado cantada de outro cara, mas concordou.
Voltei no domingo, dia de visita. Pedi para ver Pedro, na mesma sala onde conversamos a primeira vez, fui revistado e tudo mais, e segui para a sala, onde aguardei uns 10 minutos até a chegada dele.
Ele entrou, algemado e eu pedi ao guarda que retirasse as algemas e nos deixasse, caso eu precisasse, chamaria.
Após o guarda fechar a porta da sala, perguntei a ele se ele transaria comigo. Ele riu, desconcertado e disse que nunca havia tentado transar com homens, mas que tava sem sexo e até aceitaria fuder com alguém.
Chamei o guarda e pedi que nos levasse para onde se faziam as visitas íntimas, o que ele, após um suborninho, atendeu. Fomos levados para uma cela com um colchão no chão e uma porta de ferro.
Eu fiquei pelado e Pedro tirou o macacão e ficando inteiramente nú. Era um negro enorme, muito alto, e um pau imenso e grosso.
Me abaixei, comecei a chupá-lo e ele a gemer muito, ele pediu pra comer meu cu e eu fiquei de 4. Senti o cuspe dele no meu cu e os dedos dele espalhando e melecando, quando pensei que ele enfiaria o dedo, senti a dor da cabeçona do pau dele arregaçando meu rabo, ele enfiou até fim e eu gritava de dor.
Mesmo assim, deixei ele ir até o fim. Ele gozou, muito, dentro do meu cu, eu sentia aquele esperma descendo dentro de mim. Ele tirou a pica e sentou no colchão.
Eu continuei deitado, pois ainda sentia dor. Ele me perguntou se eu tinha gostado e eu só disse a ele que queria outra vez e ele riu muito. Em pouco tempo, ele veio pra cima de mim e me penetrou outra vez, até gozar dentro do meu cu outra vez.
Levantamos, nos vestimos e, quando me despedi dele, ele me perguntou se eu queria voltar outra vez, eu respondi que sim e ele disse que me esperaria na quarta, quando teria visita novamente.
Há 6 meses nos vemos 2 vezes por semana e sempre transamos muito, ele sempre ativo.
Tô apaixonado por um presidiário, ele me realiza sexualmente e ele sempre me enche daquele esperma na boca e no cu e, mesmo que ele seja um cara condenado, sou louco por ele.

Autor: Garoto Insano
E-mail - Não Divulgado
MSN - Não Divulgado
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