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Demorou mais Fudi

  • 31 de Dezembro de 2010
Estou eu aqui com mais um de meus contos. Tenho um amigo, o qual não temos mais contato, ele é uns 18 anos mais velho que eu.
Praticamente um tio, que eu sempre o tratei com respeito e carinho cultivado por ele e sua família (mulher e filhos). Ele trabalha para uma transportadora.
Eu que gosto muito de viajar, falei para ele que em uma de suas viagens eu iria junto. Ele aceitou muito feliz a companhia.
Chegado o dia, ele me pegou em casa e passamos um dia inteiro viajando. Ouvimos todas as musicas que tinhamos pra ouvi, conversamos sobre tudo e não tinhamos mais o que falar.
Partimos pra o assunto sexo, o que gostavamos nas mulheres, e o que davamos mais prazer. Enquanto a conversa rolava e aprofundava, o pau ia ficando cada vez mais duro.
Eu como gosto de uma sacanagem, dizia: Melhor pararmos com o papo, olha só como estou ficando. Fazia de proposito para levá-lo a olhar pro meu pau.
Ele me falou que tava muito seco, pois sua mulhaer era mais velha que ele e não acompanhava seu ritmo, melhor dizendo mantinha relações com ele raramente. Me soltou que tava tão seco que encararia qualquer coisa. Fico com um tzão do caralho, mas tinha uma amizade e um respeito muito grande, não quis, tive medo de me atrever a alguma coisa, também não tinha certeza se qualquer coisa incluia hxh.
Voltamos pra casa e aquela frase não me saia da cabeça, muita dúvida, muita vontade. me ofereci para outras viagens e cada viagem ficamos mais intimos e seguros quanto ao outro, em relação a confiança do que falavamos.
Ele me falou que tinha coragem de fuder um travesti, e eu falei que não curtia travest, curtia ser ativo, comer uma boa bunda de homem, com voz de homem e jeito de homem, expliquei a ele que não sabia porque sentia essas coisas, e que tzão não se explica se sente, quanto mais macho o cara aparentar mais tenho tzão de fuder o cuzinho dele.
Posso dizer que tanto meu pau como o dele não parava quieto na calça. Mesmo assim, voltamos pra casa e nada aconteceu. Certo dia estava em casa vendo uns contos eroticos, e ele chega perguntando o que eu estava fazendo, falo pra ele que estou lendo uns contos eroticos gays, ele se interessa e eu começo a ler pra ele.
Nisso, ele me solta que locou um filme de um tal de kd-bengala e que ficou com um tzão do caralho de olhar o pau do negão. Falou que ficou imaginando como seria levar no cu de um negão como aquele, e que ja teve vontade quando era jovem de dar o cu só pra saber o que os gays sentem, mas um pau tipo kd-bengala não encarava.
Falei pra ele que me sentia feliz de ele ter confiança e que nossa conversa estaria segura. perguntei se ele ainda tinha vontade de dar o cu, ele me resposndeu que não. eu falei que pena, pois se vc ainda estivesse afim eu gostaria de comer o cuzinho dele. que se ele ainda estiver afim seria melhor ser com um amigo de confiança, de preferencia casado assim como eu, pois um casado nunca contaria para ninguem.
Nisso ele fica em silencio por algumans instantes. crio coragem boto o pau pra fora e repito tem certeza que não quer dar pra mim?

Olha só pro meu pau ta pulsando pensando na sua bundinha. Ele fica parado olhando, sem fazer nada. Decido pegar a mão dele e colocar sobre meu pau. ele não resistiu, pega como se estivesse muito afim, apenas esperando aquilo mesmo. inicia uma punheta.
Peço a ele pra colocar na boca, eu sentando na cadeira do computador, ele baixa e começa a chupar. Cacete que coisa boa. Não tem nada melhor que a boca de outro macho chupando seu pau, peço a ele pra chupar meu ovo, ele se nega, diz que tem cabelo e que não gosta.
Peço pra comer o cuzinho dele, ele diz que quer mais tem medo, pois nunca fez aquilo. Insisto que vai ser bom e assim ele mata a curiosidade.
Ele aceita, mas pede que passe muito lubrificante, eu não tinha lubrificante, peguei hidratante, passei no meu pau,enfiei no cuzinho dele com os dedos, coloquei ele de quatro e botei a cabecinha.
Ele grita feito doido, se encolhe todo e eu morrendo de medo dos vizinhos ouvir. Disse que não queria mais, que a dor não compensava a curiosidade.
Falei pra ele que ia botar mais hidratante e que doeria menos, depois de muita enrolação, ele aceitou, cutuquei muito o cuzinho dele com hidratante lubrificando, cobri todo o meu pau, coloquei ele novamente de quatro e empurrei de uma vez pra dentro. O praga me deu um empurrão que, fui literalmente jogado contra a parede.
Começa a gritar ai, quero mais não, esquece, deixa pra lá. e o pior, ele não quis mais mesmo. Passou a mão no cu e tava sagrando. Foi ai que eu acreditei que ele realmente não dava o cuzinho dele pra ninguem, ou se deu fazia muitos anos. pois o sangue era algo real. Meu pau é pequeno e ele não aguentou. enfim, tive que me conformar batendo uma. pois nem uma ele quis bater em mim.
O tempo se passou e posso dizer que tentamos umas três vezes mais, sem sucesso. Só não foi totalmente ruim pois ele sempre me fazia de chupeta. Certo dia estavamos de conversa, ele me diz que vai mudar de casa, morar em outra cidade. Mudou-se, fui visitar a casa deles algumas vezes sem nada acontecer, pois ele morava com a família, esposa e filhos, inclusive um de seu filhos, era pouco mais novo do que eu, e em umas noite que dormi na casa dele, dormi no quanrto do filho, o filho dormia em uma cama de casal, eu em uma rede. Estando apenas eu e o filho dele no quarto, falei que não conseguia dormi de rede, ele me chama pra cama, diz que tem espaço. Detalhe: ele dormi de cuecas e eu também.
Dormi logo, porém tarde da madrugada, acordo sarrando a bunda do cara, fiquei horas assim sarrando ele, enquanto ele estava dormindo, ou fingindo dormir.
Até hoje não sei se ele estava dormindo, sei que ele deve ter estranhado o creme deixado na sua cueca na parte de trás. Enfim passaram-se uns meses e meu amigo (pai) aparece em minha casa. Abri uma cerveja, normalmente não bebo, mas quando quero que outras pessoas se soltem, sempre bebo junto.
Comecei a ler outros contos, ele ele me diz: acho que vou morrer com aquela curiosidade. Eu falo, estou aqui para tentar quantas vezes vc quizer, um dia vc consegue. Convidei ele pra tentar novamente, ele disse que era melhor passar outra coisa, um oleo, pois o hidratante não estava diminuindo a dor.
Falei que tudo bem, tinha oléo para o corpo em casa. Botei o pau na boca dele, deixei el chupar uns 15 minutos, enquanto fazia carinho em seu cabelos.
Coloquei ele de frango assado, botei bem devagar, entrou a cabeça, ele fez uma cara de dor. Pedi paciencia, era melhor ele resistir, pois depois ficaria fácil, coloquei mais um pouco, ele segurou firme minha cintura como que controlando o movimento.
Enpurrei mais um pouco, e entrou tudo, ele reclamava da dor, enpurrando meu corpo, e eu presionando a favor. Peço calma, dfico parado, pra ele se acostumar. Tirei bem devagar, coloquei mais oléo e botei de novo. Admito, mesmo não fazendo grandes movimentos estava muito gostoso.
Olhar a cara dele, tirar, botar, bem devagar tava muito bom. Combinei com ele que ficaria parado, esperando ele gozar sentindo meu pau dentro do cu.
Dito e feito, ele gozou rapidinhoe eu com o pau todo dentro do cuzinho dele não fiz um movimento.
Depois que ele gozou, não me deixou fazer mais nada, apenas bateu uma punheta em mim. Não importava, eu estava satisfeito pois estava preparando o caminho para muitas que viriam, e veio.
Até ele aparecer em minha casa, chupar meu pau, me dar a bundinha, dizer que era a ultima vez que faria aquilo e sumir.
Alegou que eu tinha praticamente a idade do filho dele, era amigo da família. E não estva certo, fazer aquilo.
Sei onde ele mora, sei que se eu fó atrás e tentar, existi grande possibilidade de ele ceder, mas costumo respeitar as pessoas e suas decisões, não quero ninguem trasando comigo e se sentindo culpado depois. Deixa ele lá e eu aqui.
Sou de João Pessoa. Vc homém não afeminado, macho, sigiloso, que curte uma sacanagem com outro macho.
Meu email está logo abaixo, nada contra afeminados, apenas não sinto tezão, voz, jeito, não rola.


Autor: Josepy
E-mail - nascihmasoum@hotmail.com
MSN - nascihmasoum@hotmail.com
Conto enviado pelo internauta.


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