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Vizinho Safadão

  • 31 de Dezembro de 2010
Me chamo Gustavo, tenho 21 anos. 1,77m, magro, olhos azuis e cabelo castanho. O que vou contar aconteceu em janeiro de 2010.
Estava sentado na frente de casa, com mais dois amigos bebendo cerveja e dando risada. Minha mãe dormia e o restante da família viajava.
Observei que meu vizinho ficava olhando e saindo para a calçada a todo o momento, parecia inquieto. Ele era fortinho, 35 anos, cabelo curto e barba, não muito alto, bem charmoso, advogado, casado e com 2 filhos. Sempre saia de terno e gravata e eu ficava imaginando aquele corpo sem roupa.
Depois de algumas cervejas meus amigos foram embora e fiquei sozinho na calçada, guardando as cadeiras e juntando as latinhas que tomamos.
Quando olho para o lado, meu vizinho bem próximo, de regata, shorts e chinelo, sorrindo.
- Oi, tudo bem?

- Tudo bem sim...e você?

- Fiquei nervoso quando o vi porque quem é que aparece do nada na rua, puxando assunto as 2 da manhã?

- Eu to bem...bebeu bastante?

- Ah, um pouco.
- Eu também tava bebendo, mas não tem muita graça beber sozinho.Silencio por alguns segundo e ele arrisca:
- Você até que pode ser discreto, mas esses seus amigos que estavam aqui são bem bichinhas hein?Gelei na hora.
Ele sabia da minha orientação sexual. Ele conhece meu pai, afinal é meu vizinho.
Fiquei com muito medo e não falei nada. Ele puxou assunto:
- O que você vai fazer agora? Vem aqui em casa, eu to sozinho. Minha mulher e meus filhos foram para Curitiba. Vamos beber uma juntos.
Meu nervosismo era tanto que nem consegui dar uma justificativa convencível para um não que acabei dizendo sim.
- Vou guardar essas coisas e já apareço na sua casa.
- Ok. Guardei tudo rapidamente, e corri para a casa dele. Ao chegar, ele me aguardava no portão. Abriu com cuidado e disse baixinho:
- Vamos entrar.
A sala era simples, com uma mesa ao meio e os sofás. Me disse para ficar a vontade e foi pegar uma cerveja para a gente.
Estava sentindo um clima de sacanagem na parte dele. Da minha também. Mas ele era casado, não podia fazer nada com ele.
Ele voltou com duas latinhas, sem camisa e de pé no chão. Olhei rapidamente seu corpo. Bem peludo e troncudo. Perfeito.
- Não falei pra você ficar a vontade? Tira esse tênis, ta calor...Tirei sem graça e o papo começou.
Conversamos sobre faculdade, futebol, coisas normais, de homem. Até que chegou num assunto interessante:
- Estou me separando, os papéis já estão em andamento. Ontem toda a família foi viajar e eu fiquei porque na segunda trabalho normalmente. Mas e você? Sua família sabe que você é gay?

- Não sabe..nunca contei.
- Você parece nervoso. Porque ta assim?Eu realmente estava nervoso. Nunca falei com o cara e estava sentindo segundas intenções no ar. Tudo ao lado de casa.
- Estou tranqüilo...to relaxadoEle se levantou, pegou por cima do pau e falou:
- Eu também to relaxado. To tão relaxado que olha o jeito que você me deixou. Engoli seco.
- Esse seu jeito..alto, magro, tímido. Me deixa com um tesão do caralho. Ele sentou do meu lado e ainda por cima do short falou:
- Pega aqui por cima pra você ver como que ta duro.Senti aquela coisa enorme no meio das pernas dele. O pau do cara tava de lado.
Era bem visível que o tamanho ia dar trabalho. No mesmo momento ele sacou o pau pra fora do zíper. Um caralho cheio de veias, de uma cor só, branquinho, com uma cabeça grande e babada. Ele passou a mão por todo o meu corpo, tirou minha camisa e falou no meu ouvido:
- Chupa...
Caí de boca naquele cacete perfeito. Tinha uns 19 centímetros, com um gosto de macho de verdade com suor, e eu mal conseguia socar tudo na boca.
Tinha muitos pelos na bolas, o que dava mais cheio de macho ainda. Grosso e grande, do jeito que todo mundo gosta. Eu mamava gostoso e ele gemia:
- Isso biscatinha...isso mesmo, mama seu machão. Mama tudo bem forte e gostoso.
- Eu tava com um tesão incontrolável. Queira ficar lá a noite toda com ele. Tiramos toda a roupa rapidamente. Ele me deitou no sofá de bruços, abriu meu bumbum com as mãos grandes de macho e falou:
- Que coisa mais lindinha...bem lisinho. Meteu toda a língua até me fazer gemer. Passava a barba por toda a bunda e cuspia com tesão e depois lambia tudo.
Bruscamente ele me pega pelo cabelo e faz engolir novamente o caralho dele. Ele de pé, socando na minha boca e gemendo e eu sentado no sofá, sentindo aquele caralho coçando na garganta. Aquelas palavras me deixavam com muito tesão:
- Sabe quem que é minha putinha? Você...por isso vai me mamar muito...
Eu demoro pra gozar e você ta preso aqui comigo. Quem manda sou eu.
- E socava o caralho na minha boca. Eu já tava louco pra gozar, mas ele disse que tinha muita coisa por vir.
Por um momento ele me deixou sozinho: foi buscar a camisinha no quarto. Rapidamente colocou no pau que pulsava de tesão e veio na minha direção.
Me pegou de jeito, me deitou no sofá com as pernas no chão, se ajoelhou e meteu a língua no meu cuzinho:
- Pra você agüentar tem que lubrificar muito bem...Depois se levantou e foi colocando bem devagarzinho dentro no cuzinho que piscava desesperado.
Eu estava com medo de doer, mas o tesão e a paciência era bem maior pra tudo ser perfeito. Bem devagar ele foi bombando e me xingando de tudo quando é nome:
- Seu viadão, que delicia de cuzinho apertado. E puxava meu cabelo com uma mão e a outra colocava na minha boca, pra chupar seu dedo.
Era delicioso sentir aquele cabeção entrando e saindo, arregaçando meu cuzinho pouco experiente. Depois de muito entra e sai ele informa:
- Vou gozar, vem aqui comigo.Ele deitou no sofá e puxou minha cabeça pra barriga dele:
- Você quer leitinho né? É isso que você quer, leitinho quente na cara é? Eu tava segurando minha porra a muito tempo, louco pra sentir aquela esporrada na cara.
Minha boca tava aberta, esperando pelo leite de saco de macho. Dava pra sentir aquele cheio de porra com suor de macho de verdade.
Aquilo me dava mais tesão. Foi quando senti um jato quente na minha boca, e foi se espalhando por toda a cara...escorrendo pelo nariz e entrando da minha boca.
Bem quente de denso. O macho gemia de mais, e puxou minha cabeça pra mamar o resto da porra que ainda estava saindo do caralho.
Eu gozei no mesmo momento, litros de porra pelo chão. Foi a melhor foda da minha vida. Tomamos banho juntos, dando risada e eu voltei pra casa.
Hoje fingimos que nada aconteceu, e ele ainda esta com a mulher dele.


Autor: Gustavo Ety
E-mail - gustavoety@hotmail.com
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Conto enviado pelo internauta.


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