Menu

Foda na Estrada com um Caroneiro Sacana

  • 31 de Dezembro de 2010
Vou narrar o minha primeira foda gay. O ocorrido foi há dois anos quando saí de viagem em um final de semana prolongado.
Sou um cara que hoje me considero bissexual, másculo, com 36 anos, cabelos começando a ficarem grisalhos, pêlos aparados em média quantidade, tórax troncudo, abdome moderadamente definido, coxas torneadas e bem peludas, bunda arredondada e peluda, braços fortes, mãos grandes e bem feitas, pés do tamanho 44 e bem cuidados e, com caralho veiudo de 19,5X7cm.
Sempre viajo de carro e nunca sozinho. Este dia em especial não tive companhia para viagem e saí de casa por volta das 6:30 em direção ao litoral para ficar sozinho com meus pensamentos.
Na estrada fiz algo que nunca fiz. Já estava com duas horas de viagem sem conversar com ninguém, sem música e em completo tédio e ainda faltavam 3 horas de viagem para chegar ao um destino. Tinha acabado de sair de uma blitz da policia rodoviária, o carro andava lentamente quando avistei um daqueles mochileiros caroneiros.
O tédio era tão grande que resolvi parar e oferecer carona para o cidadão em troca de companhia para a viagem e sair do marasmo da viagem solitária. Podemos chamá-lo de Fred.
Um cara de aspecto alternativo bem típico daqueles que curtem a vida sem grana, sem preceitos, sem destino. Não posso negar, atraente e bastante sedutor do tipo devorador pelos olhos, com fala firme e mansa, altura mediana, um corpo bem torneado, pernas peludas que eram mostradas por uma bermuda tipo cargo, camiseta mostrando os braços definidos e uma parte da sua tatoo no braço.
Nos apresentamos, perguntei para onde o “Amigo” ia e sua resposta foi interessante: “Sempre vou em busca de novidades, o destino não me interessa”. Respondi que ok com um pouco de receio por nunca ter feito este tipo de cortesia.
Ele perguntou se podíamos ligar o som do carro, respondi que sem problemas. O som tocava um CD da Janis Joplin. Ele disse “se amarrar” na Jannis e conversamos sobre músicas.
Avistei um posto de gasolina na estrada e como não havia tomado café da manhã, sugeri pararmos e comermos algo e irmos ao banheiro. Ele disse estar “liso” e disse para não se preocupar. Me direcionei ao banheiro para dar aquela mijada e ele disse ir fazer o mesmo.
Cada um entrou em um sanitário e comecei a mijar. Faço um barulho da porra mijando e acho que isso deixou o Fred meio excitado pois ouvi ele falar “caralho, que mijadão. Você deve ter um pauzão da porra.” Ri do outro lado e confesso, fiquei excitado e de pau duro com aquela situação.
Saimos do banheiro em direção a lanchonete do posto, comemos e fomos em direção ao meu carro. Com 10 minutos de silencio ouvi Fred falar: Cara, to até agora com aquele barulho da sua mijada na cabeça.
Dei aquela risada de canto sem tirar o olho da pista. Me dei conta que ele esfregava a boca de maneira bem sensual. Olhei para ele e ri novamente. Ouvi novamente o Fred:
- Cara, mata minha curiosidade? Quanto mede o seu pau? Respondi:
- Medir 19x7cm. Ele comentou:
- Caralho, deve ser massa! Posso ver? Fiquei surpreso e perguntei:
- Agora? Estou dirigindo.
Ele insistiu e abri o zíper da calça e botei o meu pau meia bomba para fora. Ele foi logo colocando a mão e disse que era seu dia de sorte.
Fred soltou o seu cinto de segurança e meteu a boca no meu pau. Falei:
- Porra cara! Você tá maluco? Sou homem, não curto esse lance. Ele respondeu:
Também sou homem e todo mundo é bissexual. Para de frescura, se você não estivesse curtindo, sua vara não estaria dura na minha boca.
Vamos concordar, realmente. Ele disse:
- Continua dirigindo e prestando atenção na pista.
O cara me chupava como nenhuma mulher tinha feito até aquele dia. O Fred babava o meu pau todo de tanto tesão. Não resisti a pressão e dei uma gozada da porra na cara do caroneiro.
Ele pediu para que eu espalhasse a minha porra por toda a cara dele e o fiz e ele me deu um beijão na boca. Morrendo de tesão, parei o carro na estrada, numa entrada para um sítio e disse:
Começou, agora termina! Deitei o banco do carro, abaixei a bermuda de Fred e ele só pediu que eu fosse com calma e que ele não era acostumado a dar e sim, comer. Disse a ele:
Sei comer um cú direitinho (minha ex-namorada era vidrada em sexo anal). Dei uma dedada bem gostosa no rabinho dele, beijei sua nuca e fazendo carinho na bunda dele com a outra mão.
Ele não resistiu e pediu para sairmos do carro e irmos para um matagal. Fomos e lá ele baixou minha calça, tirou meu tênis, lambeu meus dedos e pediu para eu cuspir na cara dele.
Paguei um boquete voraz nele e ele me pediu que eu arrombasse o cú dele. Coloquei o Fred de quatro, coloquei a camisinha, passei cuspe e fui colocando bem devagar.
Derrepente, ele deu uma ré e fez meu pau sumir no rabo dele. Só ouvi um grito de dor e prazer. Fiquei doido. Ele urrava me chamando de “meu macho, caralhudo, fodião”.
Ficava cada vez mais doido e metia cada vez mais rápido e com força e ele respondia xingando e gritando de tesão. Demoro pra caralho para gozar. Como eu tinha há pouco gozado e com aquele vai e vem fudido, já não estava mais agüentando. Ele me disse:
- Vou gozar! Me dá sua mão que eu quero encher ela de porra.
Dei minha mão e ele leitou ela toda e me pediu para forçá-lo a beber a própria porra ajoelhado de frente para o meu pau.
A cena foi foda!! Não agüentei, dei uma gozada como nunca antes. Enchi a cara dele de porra, espalhei minha porra em sua cara e dei-lhe um senhor tapa na cara e ele adorou.
Eu estava de pernas bambas e mal conseguia andar. Ele disse que estava injusto pois eu havia gozado duas vezes e ele apenas uma. Ri e começamos a sacanagem novamente.
Só que para minha surpresa, ele tinha uma força enorme, me jogou no chão de bruços, sentou nas minhas costas me imobilizando, encapou sua pica de mais ou menos uns 17cm, deu uma cuspida, deitou sobre mim e sem dó, meteu de uma vez.
Senti uma dor da porra mas gostei (foi a primeira e única vez que dei o cú). Ele bombava feito doido, tirou o pau do meu cú, me sentou na frente dele e disse que ia melar meu peito peludo de porra.
Deu uma gozada que veio porra no meu rosto. Uma porra quente e grossa e de cheiro bem forte vinda de um pau lindo, reto e cabeçudo.
Ele disse 2 a 2. Fomos para o carro e ele foi cheirando a minha cueca até o litoral.
Ao chegarmos, disse a ele que aquele era o meu destino e ele me perguntou se havia problema dele ficar comigo no hotel.
Disse que não, solicitei uma cama a mais para o meu “irmão” que havia decidido de última hora viajar comigo. A minha solicitação foi atendida pela pousada.
Tomamos uma ducha juntos maravilhosa e fudemos o resto do dia. Fui ativo em todas as trepadas daquele final de semana inusitado.
No domingo a tarde fui embora e perguntei ao Fred se ele queria carona de volta. Ele agradeceu a viagem e na despedida ele todo submisso me perguntou se eu podia mijar na cara dele e depois me chupar para eu gozar na boca dele.
Assim o fiz e fomos embora. Nunca mais tive notícias do Fred e sempre que vou ao litoral, espero por ele na estrada para mais uma aventura.
Valeu!

Autor: Kadu.
E-mail - Não Divulgado
MSN - Não Divulgado
Conto enviado pelo internauta.


Sex Shop Gay